Amazônia – 3 dias de surpresas, emoção e encantamento – dia 2

No nosso segundo dia de viagem, fizemos uma caminhada. Selva adentro. Três horas e meia andando por uma parte seca da floresta. É preciso ter disposição. O calor é intenso e a roupa comprida (de preferência, para se proteger dos mosquitos, como já escrevi no post  anterior só intensifica mais ainda essa sensação. Mas tudo vale a pena!

Pudemos ver árvores nativas, como o cupuaçu, o açaí, o buriti e a palmeira de tucumã, cujo frutinho amarelo-ouro é muito usado na culinária local, inclusive para fazer deliciosos sanduíches… isso mesmo! Pão com tucumã no café da manhã. Uma iguaria amazônica, com gostinho da selva.

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Amazônia – 3 dias de surpresa, emoção e encantamento - dia 2

Nessa caminhada, vimos uma enorme aranha caranguejeira, que o nosso guia fez o “favorzinho” de pegar para que pudéssemos apreciar melhor. Depois das fotografias com ela, é claro que foi devolvida à sua toca, intacta.

Vimos também as famosas formigas tucandeiras (imensas… nunca pensei que existissem formigas daquele tamanho!), usadas pela tribo sateré-maué nos ritos de passagem para a idade adulta dos adolescentes da tribo. Os meninos vestem umas luvas de palhas trançadas, preparadas pelo pajé, onde são colocadas várias formigas tucandeiras. E eles têm que dançar durante horas com as luvas nas mãos, para provar que já são adultos. Não vi o ritual. A festa ocorrera dias antes da nossa chegada.

Casas de palafita, casas flutuantes… Tudo tão diferente do que conhecemos por aqui… outro Brasil… e ao mesmo tempo, nosso Brasil!

Amazônia – 3 dias de surpresa, emoção e encantamento - dia 2

Dormimos numa casa flutuante à beira do Negro numa das noites que passamos por lá. Na verdade, fomos acampar na selva e saímos para passar a noite. Durante nossa busca por um trecho seco da floresta, nós nos afastamos do curso do rio e entramos pela selva alagada. Que encantamento! As copas das árvores refletidas na água escura do Negro nos davam a impressão de que o barco flutuava… sim, como se voasse ao invés de navegar… lindo, lindo, lindo!!! Impossível descrever…

Amazônia – 3 dias de surpresa, emoção e encantamento - dia 2

 Mas o local onde fomos acampar estava completamente alagado por causa da cheia acima do nível normal deste ano e não conseguimos ficar por lá. Resolvemos voltar, mas… o motor do barco parou!!!

Que aventura! Estávamos longe do curso do rio, dentro da floresta alagada. Por ali não passaria nenhum barco. E, se ficássemos esperando, passaríamos a noite dentro do nosso barquinho “casquinha de noz”… e com os jacarés nadando ao redor! Como saímos para acampar, para voltar apenas no dia seguinte, ninguém sentiria nossa falta naquela  noite. Ou seja: não viriam nos procurar e passaríamos a noite ali!

Todos pensaram a mesma coisa, mas ninguém teve coragem de pronunciar uma palavra sequer a respeito. Um não queria apavorar o outro. Perguntamos ao guia: onde estão os remos? E a resposta??? Ficaram na casa dele, esquecidos!

Uau!!!!! Essa é pra contar para os meus netinhos!!!

A cena que se seguiu foi hilária (quer dizer… agora é hilária, porque na hora, foi tensa pra caramba!)! Começamos a cortar galhos pelo caminho e a remar usando os galhos cortados. Claro que andamos pouquíssimos metros, e não conseguiríamos alcançar o curso do rio daquela forma… muita tensão, mas precisávamos fazer alguma coisa…o que você faria numa hora dessas? Pois é… nós decidimos remar com o que era possível. E o guia, enquanto remávamos, tentava fazer o motor do barco funcionar de novo.

De repente, ele conseguiu! Juro que eu nunca fiquei tão feliz em ouvir um barulho tão alto em toda a minha vida!

Ufa! Mais uma história de viagem pra contar… e com final feliz!

Na hora foi pura tensão, mas depois que tudo passou, damos boas risadas quando nos lembramos da situação!

E já que não deu para acampar na selva, tínhamos duas opções: voltar para o hostel ou dormir na casa de um ribeirinho, uma casa flutuante que ficava numa vila de casinhas flutuantes lá no rio Negro. Claro que preferimos a segunda opção, afinal, adoramos novidades. E turismo antropológico é sempre sensacional! Mas essa parte da viagem já foi contada pelo Declev no post que ele escreveu.

Fim de noite, dormimos nas redes da varanda de uma casinha flutuante no Rio Negro… precisávamos descansar para estar preparados para o nosso terceiro dia!

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