Onde será a minha imigração na Europa?

Os viajantes de plantão já até sabem a resposta ou, no mínimo, imaginam o porquê da questão. Mas para quem não está habituado e acha que a resposta é óbvia: “ué, vai ser no país que eu estou indo, oras!”, precisa entender um pouquinho mais sobre como funciona a imigração na Europa, principalmente porque os voos do Brasil para o Velho Continente geralmente fazem conexões em outros países de lá.

Assim como na busca do seu seguro viagem para a Europa você vai encontrar o tal do Acordo de Schengen, com a imigração europeia vai ser a mesma coisa.

O Tratado de Schengen é um acordo feito entre países da Europa que facilita a livre circulação de pessoas entre as fronteiras dos signatários. Diversos países fazem parte do Tratado e nem todos são necessariamente da União Europeia. Sendo assim, imagine que os países que fazem parte do Espaço de Schengen são como se fosse um único país e que os deslocamentos que ocorrem dentro dele é como se você estivesse viajando dentro do mesmo país. Seria como ir de São Paulo para Salvador e depois para Belo Horizonte.

Ter isso em mente já facilita para entender como funciona a imigração na Europa, porque é deste modo que vai funcionar: como se os países que são do Tratado de Schengen fossem um só e os voos feitos entre eles fossem os “domésticos”.

Imigração na Europa: onde fazer?

Então, é importante saber:

Países que fazem parte do Tratado de Schengen: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Liechtenstein, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, República Checa, Suécia, Suíça.

Países que NÃO fazem parte do Tratado de Schengen:  Albânia, Belarus, Bósnia, Bulgária, Chipre, Croácia, Irlanda, Macedônia, Moldova, Montenegro, Reino Unido, Sérvia, Romênia, Rússia, Turquia e Ucrânia.

Como funciona a imigração na Europa na prática

Vamos ver algumas opções.

Você está saindo do Brasil com destino final em algum país que faz parte do Acordo de Schengen e a conexão vai ser feita em outro país que também está dentro do Acordo.

Imaginando que o Espaço Schengen funciona como “um país só” no quesito fronteiras, você vai passar pela imigração no primeiro país que desembarcar do voo (a sua conexão/escala), para depois seguir para o outro país no “voo doméstico”. Exemplo: se vai para Paris (França) e tem conexão em Lisboa (Portugal), a imigração será em Lisboa.

Na imigração em Lisboa é que você vai dar a entrada oficial no continente europeu e ter o passaporte carimbado, ou seja, lá você precisa mostrar todos os documentos, passar pela segurança e seguir para a outra parte do aeroporto para continuar sua viagem. A bagagem de porão só será pega no seu destino final.

Nesses casos, geralmente a imigração acontece no país de origem da Companhia Aérea, que é onde ocorre a conexão. Por exemplo, se você voar pela empresa holandesa KLM vai para Amsterdã, a portuguesa TAP faz a parada em Lisboa e a Iberia é em Madrid. É por isso que algumas pessoas escolhem bastante a cia aérea antes de voar, pois existem algumas imigrações que são mais chatinhas do que as outras.

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E se eu misturar países que estão dentro e fora do Tratado de Schengen?

A lógica de pensar no Espaço Schengen como um país serve para todas as situações.

Caso viaje para um destino que esteja dentro do Tratado, mas a conexão vai ser em um país que está fora, pense que a conexão vai ser só uma passagem, como se estivesse fazendo uma pausa na viagem, sem “entrar no país”. Ou seja, a imigração, neste caso, ocorre no destino final, já dentro do Espaço Schengen.

Por exemplo, sua viagem é para Paris (França), mas a conexão é em Londres (Inglaterra, que não faz parte do Tratado), então você vai passar na imigração somente na França. Em Londres, você não vai nem sequer sair da área de embarque internacional para pegar o outro voo. Você sai de um avião e segue direto para o outro.

Pensando na situação contrária é a mesma coisa: você vai para um país que está fora do Tratado de Schengen (como a Irlanda e a Inglaterra), mas fará conexão na Holanda, por exemplo. Você vai continuar na área de trânsito internacional dentro do aeroporto e só vai trocar para o avião de destino final, que é onde você fará a imigração na Europa.

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A mesma coisa acontece se você viajar para dois países fora do Tratado. Não será necessário duas imigrações, pois a lógica é sempre a de que a conexão é somente uma passagem e a entrada oficial é no país de destino final. Por exemplo, você está indo para a Croácia com uma conexão em Londres, logo, nesta cidade somente fará a troca de avião, sem passar na imigração, pois esta será feita na sua chegada à Croácia. A bagagem sempre será pega no destino final.

A coisa muda com o tratado de Schengen porque é preciso pensar nos países que estão no Acordo como se fossem um só e o trânsito entre eles como se fossem voos domésticos (por isso, a imigração na Europa quando os dois países fazem parte do Tratado de Schengen, na conexão e no destino final, ocorre já na conexão).

Exceção: Reino Unido e Irlanda

dicas de LondresCaso você vá para algum destes países com conexão entre eles mesmos, a situação muda. Os dois não fazem parte do Tratado de Schengen, mas serão necessárias duas imigrações neste caso. Isso porque há um acordo de livre trânsito entre os dois países, para os residentes, o que faz com que os voos entre eles não saiam da parte internacional do aeroporto, ou seja, é como se fosse um voo doméstico.

Porém, por não sermos irlandeses e nem britânicos, ao fazer o “voo doméstico” entre os dois países, na hora de entrar é preciso passar pela imigração nos dois. Ou seja, você passa na imigração em Londres (sua porta de entrada na Europa) e depois novamente na Irlanda.

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Quais documentos preciso mostrar na imigração na Europa?

Passaporte com validade de até 3 meses após o término da viagem. Isso porque o tempo máximo permitido aos turistas na Europa sem visto é de 90 dias, então, o passaporte precisa estar em dia com este prazo, mesmo que sua intenção seja ficar menos tempo.

O seguro saúde é obrigatório para os países do Tratado de Schengen, então, tem que levar um documento que prove que você contratou o seguro, que precisa ter cobertura mínima de 30.000 euros.

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As passagens de volta também precisam ser mostradas, geralmente. Assim como a reserva da sua hospedagem (caso faça um mochilão e não tenha reservado tudo, garanta pelo menos a do país de entrada, por conta dessa burocracia). Se for ficar na casa de algum conhecido, é necessário levar um documento chamado “carta-convite” onde o anfitrião explica que vai receber o estrangeiro, especificando datas, endereço e nome completo de ambos e assinada.

Também é importante provar meios financeiros de sobrevivência, como cartões de crédito, débito, VTM ou dinheiro em espécie.

Com tudo isso reunido, é só embarcar e curtir!

Boa viagem!

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