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Metrô de Londres: tudo o que você precisa saber para usá-lo!

Tube ou Underground é como você vai passar a chamar o metrô de Londres a partir de agora, pois é assim que é conhecido um dos maiores metrôs do mundo.

Com 402 km de extensão e 270 estações que cobrem praticamente toda a cidade, o metrô de Londres é também o mais antigo do mundo (a inauguração ocorreu em 1863).

Com sua pontualidade britânica, é um transporte rápido e fácil de utilizar, que facilita muito a vida de quem está planejando uma viagem para Londres. Aproveite essas dicas, porque, quando você for pra Londres, vai usar muito o metrô!

Metrô de Londres: dicas práticas!

mapa do metrô de Londres

As linhas são:

  • Bakerloo (Marrom)
  • Central (Vermelha)
  • Circle (Amarela)
  • District (Verde)
  • Hammersmith & City (Rosa)
  • Jubilee (Cinza)
  • Metropolitan (Magenta)
  • Northern (Preta)
  • Piccadilly (Azul Escura)
  • Victoria (Azul Clara)
  • Waterloo & City (Turquesa)

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Valores da passagem do metrô de Londres

O metrô de Londres é dividido por zonas (de 1 a 9), sendo 1 a mais central e 9 a mais distante. O valor da passagem varia de acordo com a quantidade de vezes que for utilizar o metrô e também a quantidade de zonas que percorrer.

Os pontos turísticos ficam concentrados nas zonas 1 e 2, portanto, se concentre nas passagens que cobrem essas duas áreas, caso vá a turismo. Lembrando que todos os bilhetes permitem viagens ilimitadas de ônibus e só alteram o uso no metrô.

Bilhete Oyster Card

Para utilizar o transporte público em Londres, tanto ônibus quanto metrô, o ideal é utilizar o Oyster Card. É um cartão magnético que custa 5 libras e você carrega com valores que serão descontados conforme o uso ou, então, utiliza as opções semanal ou mensal.

Os valores são:

Passagem unitária: para usar somente uma única vez. O preço depende da distância, do horário e do dia da semana. O valor mínimo é de £ 4,90.

Pay As You Go Diário (Oyster):

  • Zonas 1 a 2: £ 6,70 para um dia de viagens ilimitadas dentro das respectivas zonas.
  • Zonas 1 a 3: £ 7,70 para um dia de viagens ilimitadas dentro das respectivas zonas.

Passe semanal (Oyster): £ 33 para sete dias consecutivos de viagens ilimitadas pelas zonas 1 e 2 no metrô.

Passe mensal (Oyster): £ 126,80 para trinta dias consecutivos de viagens ilimitadas pelas zonas 1 e 2 no metrô.

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Horários de funcionamento e acessibilidade

Aqui você precisa ficar atento, pois as estações têm horários diferenciados de abertura e fechamento, que ficam abertas, em sua maioria, entre 5:00h e meia noite. Caso perca o trem, não se preocupe, há ônibus noturnos em Londres e aos finais de semana o metrô funciona 24 horas.

Em relação à acessibilidade, de forma geral, o metrô de Londres não é ruim. Várias adaptações foram feitas nos últimos anos como elevadores, diminuição de degraus e sinalizações sonoras e visuais.

No site oficial do metrô há guias indicando a acessibilidade disponível nas estações. É só acessar aqui: https://tfl.gov.uk/transport-accessibility/

Para checar os horários exatos de funcionamento de cada estação, consulte:

https://tfl.gov.uk/travel-information/stations-stops-and-piers/#tube-and-rail-services

Atrações turísticas atendidas pelo metrô de Londres

Como já dissemos, as zonas 1 e 2 são repletas de pontos turísticos, então, provavelmente você vai transitar somente por elas. Aqui vão alguns exemplos de estações e as atrações próximas:

  • Estação Westminster: Big Ben, Palácio de Westminster, London Eye,Catedral de Westminster
  • Estação St Paul’s: Catedral de St Paul’s
  • Estação Victoria: Palácio de Buckingham, Catedral de Westminster
  • Estação Tower Hill: Torre de Londres, Tower Bridge
  • Estação Holborn: Museu Britânico
  • Estação Baker Street: Madame Tussaud’s
  • Estação London Brigde: Millenium Bridge
  • Estação St John’s Wood: Abbey Road
  • Estação Picadilly Circus: Piccadilly
  • Estação Notting Hill Gate: o famoso bairro de Notting Hill e a mercado de Portobello
  • Estação South Kensington: Museu de História Natural, Museu Victoria and Albert, Museu de Ciência
  • Estação Hide Park Corner: Hide Park
  • Estação St John`s Wood: Abbey Road (do disco dos Beatles)
  • Estação Charing Cross: National Gallery
  • Estação Southwark: Tate Modern e Shakespeare’s Globe Eshibition
  • Estação Camden Town: Camden Market
  • Estação Piccadilly Circus: Piccadilly Circus

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Aplicativos para celular

Citty Mapper: planejador de rotas. Ele integra os ônibus, metrôs, bicicleta, etc, calculando a melhor forma de você chegar ao destino desejado e ainda informa o valor que você vai gastar.

Tube Map – London Underground: é um mapa que mostra o status das linhas e horários de funcionamento, além de outras funções.

Dicas extras e normas de comportamento

O valor que sobrar no cartão Oyster pode ser reembolsado. É só ir aos guichês da estação de metrô que eles te devolvem o valor de até £ 10.

Deixe a esquerda livre na escada rolante para os mais apressados.

Permita o desembarque dos passageiros antes de entrar no vagão, senão você pode levar um xingo.

Se for se informar sobre o metrô com alguém, utilize sempre as palavras Undergound ou Tube, senão as pessoas não vão entender.

Ao entrar e sair das estações é preciso encostar o cartão Oyster nas máquinas de validação que ficam nas catracas. Porém, algumas estações não têm catracas e você pode acabar esquecendo. Se isso acontecer você será cobrado no valor de uma tarifa máxima, então NÃO ESQUEÇA.

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Curiosidades

Durante os ataques aéreos da II Guerra Mundial, as estações do metrô de Londres acabaram servindo de refúgio para a população.

A distância mais curta entre duas estações é de 260 metros e liga Covent Garden a Leicester Square, na linha Piccadilly.

O famoso logotipo do metrô de Londres tem nome, é The Roundel.

No metrô é comum encontrar artistas apresentando alguma coisa, mas em Londres é preciso uma licença para cantar dentro das estações.

Agora é só sair por aí e conhecer a capital da terra da rainha.

Boa viagem!

* Texto Luciana Console

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Sobre Turista Profissional

Este texto foi escrito por mais de um membro da equipe do Turista Profissional, ou pela nossa estagiária Luciana Console, com supervisão e edição final de Ana Catarina Portugal e Declev Reynier.

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