Roteiro de 3 dias em Havana, Cuba

A Luciana Console, nossa estagiária, passou uma temporada em Cuba e agora está contando pra gente toda sua viagem, além de dar dicas gerais da ilha caribenha. Hoje vamos ver o roteiro de 3 dias em Havana, a primeira cidade visitada, capital do país.

É um relato com dicas e muitas impressões pessoais, o que, com certeza, vai te preparar muito bem para quando você fizer a sua viagem a Cuba.

Depois, vamos saber também o que ela fez em outras cidades de Cuba, como Trinidad, Santiago e Baracoa.

Pra você que está começando a pesquisar sobre o país, sugerimos já ver as dicas de Cuba que já publicamos por aqui.

Por enquanto, vamos ver o roteiro de Havana.

dicas de Havana cuba

Roteiro de 3 dias em Havana

Minha viagem de 12 dias em Cuba se iniciou pela capital cubana, Havana. Eu moro em São Paulo, então peguei um voo do aeroporto de Guarulhos por volta das 21h e de manhãzinha estava fazendo conexão na Cidade do Panamá, onde precisei mostrar o meu visto cubano antes de embarcar para o voo rumo à Havana.

Chegando ao aeroporto José Martí por volta das 11h da manhã, passei na imigração cheia dos documentos necessários (seguro viagem obrigatório, carteira de vacinação da febre amarela, etc)… mas a única coisa que me pediram foi o visto cubano e o passaporte. Nem pergunta fizeram, foi super tranquilo. Depois, peguei as malas e fui atrás de um táxi.

E aqui vai uma primeira dica de Havana: insista em um valor mais barato no táxi.

Eu já sabia, por pesquisas prévias, que o valor justo do aeroporto até o centro de Havana seria 20 CUC. Eu fui direto ao guichê de informações dentro do aeroporto, justamente na esperança de, por lá, conseguir o preço justo, mas a atendente me falou que era 35 CUC, mesmo quando questionei dizendo que sabia que o valor era menor. Insisti e ela me disse que haviam alterado há pouco tempo por conta da gasolina… Depois tentei com o moço responsável pelos táxis e foi mesma coisa.

Moedas de Cuba
Você sabia que Cuba tem dois tipos de moedas?

☛ Aprenda aqui sobre as moedas cubanas: Que moeda levar para Cuba

Cansada já de uma noite inteira de viagem e ainda meio nervosa por estar viajando sozinha pela primeira vez, aceitei os 35 CUC. Queria chegar logo na hospedagem e me instalar. Peguei um táxi amarelinho (os oficiais) ali na frente do aeroporto mesmo. O taxista era muito simpático e eu já fui treinando meu espanhol ali.

Eu optei por fazer toda a viagem com hospedagem nas casas dos cubanos, as chamadas “casas particulares”. Chegando na casa particular da Yilian, onde eu já havia reservado pelo Airbnb, ela me recebeu super bem, me mostrou toda a acomodação e me confirmou que o valor justo era, de fato, 20 CUC.

Então, se tiverem paciência logo ao chegar, negociem bem e batam o pé no valor!

☛ Leia também: Preços em Cuba: quanto se gasta em uma viagem para lá?

roteiro de tres dias em havana

Roteiro de 3 dias em Havana – dia 1: Reconhecimento de área

Deixei minhas coisas no quarto e já saí para bater perna e fazer o primeiro contato com o bairro e com Cuba. Precisava trocar dinheiro, já que no aeroporto eu troquei só um pouquinho para o básico. Queria comprar o cartão de internet para avisar a família e também precisava urgentemente almoçar!

Me hospedei no bairro Centro Habana, bem perto de um hotel azul famoso no Malecón (Hotel Deauville), onde também tem um ponto de wifi da cidade.

A Yilian me explicou essas coisas práticas e a primeira coisa que fiz foi comprar a “tarjeta de internet”, já que o hotel era ali ao lado e vendia o cartão por 2 CUC (um preço ok), porém, minha primeira conexão não deu certo.

como é a internet em Cuba
Tarjeta de internet

Deixei pra lá e fui caminhando até Habana Vieja buscar a casa de câmbio, chamada de Cadeca, ou algum banco, ou algum lugar pra comer, o que aparecesse primeiro.

Nos meus primeiros passos pelas ruas de Cuba eu já pude constatar algo que eu já tinha a informação: o assédio. Porém, é completamente diferente do Brasil. De fato, eu fui muito mais assediada em Cuba do que no Brasil, MAS eu prefiro mil vezes esse tipo de assédio do que o que temos em terras brasileiras! Os cubanos mexem muito, olham, assobiam e, principalmente, chamam e chegam do lado pra puxar papo mesmo!

Só que eles não falam nada de obscenidades, não encostam em você de forma forçada e, principalmente, não demonstram perigo. É muito mais um xaveco insistente do que outra coisa, não tem violência, e a gente, como mulher, não se sente com medo. Outra coisa que eu reparei bem forte: não me senti um “objeto”. Louco né?

☛ Veja mais no post O que fazer em Havana: principais pontos turísticos

Bom, Cuba é considerado o país mais seguro para mulheres e a desigualdade de gênero lá não é gritante como no Brasil e outros países do mundo. Claro que vai ter machismo, mas eu senti muito menos do que no meu país. Viajei por toda Cuba sozinha e não tive aquele medo que só nós, mulheres, sentimos.

Ainda no assunto do assédio, essa abordagem deles pode render boas amizades também, então é importante ir para Cuba de coração aberto. Procure não se fechar, mas saiba impor limites caso esteja desconfortável, porque eles vão insistir!

Bom, o lugar para comer apareceu primeiro e já me rendeu uma história com essa questão da abordagem dos cubanos. Passei em frente a um pequeno restaurante, que me parecia ser um “paladar” (lugares onde cubanos fazem comida caseira, às vezes é a porta de uma casa).

comida de Cuba

Ao entrar, um cubano começou a falar comigo do nada, me convidou para comer com ele e tudo. Eu fiquei meio desconfiada, mas enquanto olhava o cardápio a gente foi conversando e acabei sentando no balcão com ele. Viramos amigos momentaneamente e ele me ajudou a resolver a questão da internet e também a achar um banco.

Fomos juntos até El Capitólio, onde não entramos, pois já tinha encerrado o horário, tudo isso conversando bastante, principalmente sobre religião. Ele me explicou um pouco sobre a religião Yorubá, afro caribenha, a qual ele e muita gente em Cuba pertence. A religião faz parte da cultura e identidade do país, tem um museu em Havana sobre isso (Museo de los Orishas), mas eu não cheguei a ir.

Roteiro em Havana
Capitólio – Foto Shutterstock

Após as andanças, já de noite, a gente foi comer em um restaurante que ele indicou na região do bairro Chino. Mas não era comida chinesa e sim, a comum cubana: peixe, arroz, banana frita, saladinha. Tudo muito saboroso e por cerca de 6 CUC. Consegui até levar pra casa e ainda jantar no dia seguinte de tão bem servido que era.

Foi legal conhecer o rapaz cubano nesse primeiro dia, ele me ajudou bastante em várias coisas. Eu teria feito tudo sozinha, mas me permiti conhecer as pessoas. Este é um ponto em Cuba que meus amigos já haviam me falado. A gente vai ser abordado e ajudado o tempo todo. E temos que saber dar um limite.

Neste caso, por exemplo, após o dia todo de rolê juntos trocando ideias numa boa, ele começou a ficar muito insistente e grudento. Estava querendo me ver no dia seguinte, ser meu guia e ainda ir comigo por todo o resto da minha viagem! Eu me assustei um pouco e tive que dar um breca na criatura.

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Depois de jantar, nos despedimos e cada um foi pra sua casa. Ele deixou o telefone dele comigo e pediu pra eu ligar no dia seguinte pra gente passear mais. Porém, eu já sabia que não ia ligar. Este foi o limite. A insistência dele e a falta de espaço começaram a me incomodar.

Ou seja, nada grave aconteceu e creio que não aconteceria, ele tinha boas intenções, me ajudou de verdade nesse primeiro dia, conversamos sobre muitas coisas (inclusive essa questão da violência e culturas diferentes), foi legal, mas até certo ponto.

Fui finalmente dormir na minha primeira noite no país e capotei. O dia seguinte seria de grandes andanças, e sozinha! Pelo menos era o meu plano.

Meu roteiro de 3 dias em Havana – dia 2: Habana Vieja e Centro

Após o reconhecimento básico de área do primeiro dia, eu deixei para conhecer pontos turísticos específicos no segundo. Acordei por volta das 10h, chamei a Yilian que estava na cozinha e ela pôs o café da manhã pra mim. Muito bem servido, eu consegui até fazer um lanchinho, com o omelete que sobrou, pra levar pra rua (e ele acabou sendo meu almoço).

Existem as opções de fazer tours com os carros antigos e também com os bicitaxis, que brotam por lá. São bicicletas estilo triciclo com um banquinho de dupla na parte de trás. São boas para trajetos curtos e funcionam também para locomoção normal, igual táxi.

A dica é: se for fazer algum tour, negocie sempre! Assim como para pegar um táxi ou bicitaxi para locomoção mesmo. Os primeiros valores ditos são sempre muito acima do justo.

Mas eu decidi fazer o máximo possível dos passeios a pé. Caminhei até o Museu da Revolução e ao parar por dois segundos ali na porta, um senhorzinho começou a puxar papo. Por fim, descobri que o filho dele estava no Brasil pelo Programa Mais Médicos e terminei a conversa comprando uma moeda do Che Guevara que, segundo ele, é rara de encontrar, então virou souvenir. Nem sei se é verdade, mas tudo bem, valeu pela simpatia.

Museu da Revolução em Havana
Museu da Revolução

A visita ao Museu da Revolução foi rápida pra mim, que costumo não fazer muita hora. Lá dentro também acabei comprando algumas lembrancinhas e me arrependi da maioria, pois depois encontrei muito mais barato em Havana Vieja. A única coisa que não me arrependi foi uma máscara feita à mão de um artista cubano que eu não vi em nenhum outro lugar de Cuba.

Depois do Museu, caminhei muito e me deixei perder pelas ruas de Habana Vieja, observando a arquitetura, a rotina das pessoas, as lojas, a música e a arte encontradas pelo caminho.

A Calle Obispo é ótima para isso. É uma rua comprida e bem turística no meio de Habana Vieja onde se concentram muitas lojas de souvenir, galerias de arte, restaurantes e bares. A dica é caminhar por Habana Vieja e Centro Habana sem muita preocupação. É meio que automático a gente passar pelos pontos turísticos como a Plaza das Armas, o Paseo del Prado e a Plaza Vieja.

Queria conhecer a salsa cubana e, na minha busca por lugares para se dançar, acabei entrando em uma escola de dança latina. Perguntei para a mocinha do balcão onde eram os melhores lugares para dançar de verdade, sem ser lugares turísticos, sabe? Ela me recomendou o Club 1830, que fica no Malecón, porém, lá no final do calçadão, bem longe dali.

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Após retornar à casa e descansar um pouco (acredite, ficar andando o dia todo embaixo do sol forte cubano, pede uma descansada no final da tarde), fui comer no Castas & Tal, um bar/restaurante pequeno que fica na rua de trás do “hotel azul do wifi”. Não queria jantar, então só tomei um café e comi uns croquetes, bem saborosos e com preço bom (foi 3 CUC tudo).

Aproveitei que já estava ali e fui ver o pôr-do-sol no Malecón, que acontece quase 8 horas da noite. Foi só eu atravessar a rua para o calçadão que um moço começou a falar comigo. Eles fazem de forma tão natural que eu nem lembro como que as conversas começam, mas geralmente é perguntando algo (muitas vezes de que país sou). Enfim, foi uma conversa rápida e bacana, onde ele me confirmou que o Club 1830 é bom para salsa e ainda disse que se eu não gostasse, podia passar ali no Malecón mesmo que a galera costuma se reunir para dançar.

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O “Malecón”, na orla de Havana

Me despedi dele e fui para o outro lado, onde sentei e fiquei observando o mar. Nisso, outro cubano começou a puxar papo e continuamos a conversa em um restaurante ali no Malecón mesmo, com um amigo dele que se juntou a nós. Acabei desistindo de ir sozinha no Club 1830 (que ele confirmou que é bom para salsa mesmo, terceira pessoa!) e fui num rolê com ele e um amigo em Habana Vieja.

Era um bar bacana e estilosinho com bancada e mesinhas onde dava pra pedir bebidas e aperitivos. Depois, me despedi dos meninos e fui andar sozinha de madrugada por Habana Vieja.

Andei sozinha de madrugada pelas ruas escuras e prédios antigos de Habana Vieja. É bem seguro mesmo. Claro que a gente sempre tem que ficar atenta, mas foi bastante comum avistar do nada uma família na porta de uma casa, uma criança andando sozinha na rua do bairro e mulheres também, todos na maior tranquilidade. Então percebi que a segurança é real.

Aproveitei o embalo e fui no Malecón observar o mar. De novo, outro cubano me aborda e dessa vez eu estava sem pique pra conversar, então não respondi direito e continuei andando (detalhe, era uma da manhã… e eu não senti medo algum da abordagem de um cara, coisas que você só vive em Cuba). Ele insistiu, puxando papo, perguntando coisas e, nisso, mesmo eu mal respondendo, percebi que ele era legal. Aí comecei a responder de verdade e acabamos andando pelo calçadão conversando um tempo. Ele tentou me convencer a dançar salsa com ele e os amigos ali do outro lado da rua, mas eu já estava morrendo de sono, então ele me acompanhou até a porta da casa da Yilian e nos despedimos. Ele ainda se ofereceu de ir comigo à Vedado no dia seguinte, mas eu ainda estava um pouco receosa por conta do rapaz do dia anterior, então, mesmo ele sendo legal, não quis combinar nada.

Só nesse dia, fiz várias amizades momentâneas em Cuba e pude constatar que, de fato, eles são bem simpáticos, abertos e… insistentes!

Roteiro de 3 dias em Havana – dia 3: Vedado

No terceiro e último dia em Havana eu deixei para conhecer o bairro Vedado e as atrações turísticas que ficam por lá, incluindo a vida noturna.

roteiro de Havana bairro Vedado
Casas no bairro Vedado

Mais cedo, porém, fui caminhar novamente por Habana Vieja pela última vez, onde prestei mais atenção em outros pontos turísticos como o bar La Floridita e fui até a Plaza de San Francisco de Assis também. Depois, voltei para a casa particular de bicitaxi e descansei um pouco antes de ir a Vedado, já que a intenção era ficar por lá até a noite e varar a madrugada!

plaza sao francisco havana cuba
Plaza de San Francisco de Assis – Foto: Luciana Console

Fui a pé por volta das 16 horas, em uma caminhada de cerca de meia hora do Centro Havana até Vedado. Ao ir me aproximando, já pude notar as diferenças na arquitetura surgirem. Vedado é um bairro mais moderno e também com casas bem maiores e com jardins/quintais.

Comi em um restaurante por lá mesmo e depois fui provar o sorvete da Coppelia, famosa sorveteria cubana. Ela tem uma estrutura bem grande e funciona com duas filas, uma para cubanos e outra para estrangeiros, onde os estrangeiros pagam mais caro, já que é em CUC. Porém, nas confusões das filas, devo ter ido parar na dos cubanos (e o segurança não se importou), pois eu paguei 1 CUP pelo sorvete! Não é as mil maravilhas, é um sorvete bem simplinho, mas vale a experiência, já que é a Coppelia faz parte da rotina dos cubanos.

Sorveteria Coppelia Cuba
Foto: Luciana Console

Após aproveitar o wifi dali (é muito fácil encontrar os pontos de wifi, é só observar um grupinho de gente com celular na mão), caminhei até a Praça da Revolução, onde avistei as famosas imagens de Che Guevara Camilo Cienfuegos, além do Monumento José Martí.

A praça em si é sem graça, parece um grande estacionamento, o que vale mesmo são as imagens. Eu acabei não subindo no Monumento, que tem uma das mais altas vistas da cidade.

Praça da Revolução em Havana
Praça da Revolução em Havana – Foto: Shutterstock

Fiquei caminhando por Vedado observando o bairro e parando em praças até a noite cair e dar o horário de ir na Fábrica del Arte Cubano. A FAC havia sido recomendada pelo rapazinho que conversou comigo no Malecón (o que acabou me levando pra Habana Vieja) e ainda bem que eu fui. O lugar é muito legal e é uma mistura de exposição de arte com balada e restaurante. São dois andares, com várias salas/áreas e mais de uma pista de dança. Ainda tem um restaurante menor no subsolo, que foi onde eu comi e tomei um suco muito bom! A entrada é só 2 CUC, o que indica que cubanos frequentam, pois é barato.

Lá dentro fiz amizade com duas cubanas que me chamaram ao perceberem que eu estava sozinha. Elas foram umas fofas e curtimos a balada juntas. No final, ainda me ajudaram a pegar um táxi e deixaram os telefones delas comigo para qualquer problema que eu tivesse no país durante minha viagem.

☛ Leia também: Qual a melhor época para viajar para Cuba?

No dia seguinte, eu tinha um táxi coletivo marcado para o horário do almoço com destino à Trinidad. A Yilian havia arranjado tudo para mim, por 35 CUC. Mas, se eu não fosse de táxi coletivo, teria procurado a rodoviária da Via Azul.

E assim terminou meu roteiro de 3 dias em Havana. Eu poderia ter entrado mais em atrações, mas preferi sentir o clima da cidade, passear pelas ruas, conhecer pessoas…

Acompanhem o resto da minha viagem a Cuba e animem-e!

Boa viagem!

Texto e fotos: Luciana Console

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