Minha primeira viagem sozinha… se ninguém quiser ir, eu vou só!

Este texto-depoimento nos foi enviado por nossa amiga Dirce Lima. Sempre dependendo de companhia para viajar, desistiu de esperar e decidiu viajar sozinha para Nova York! Valeu a pena? Vamos conferir no post sobre a sua experiência…

Cansada de esperar por amigos ou alguém da família para me acompanhar em uma viagem de férias, resolvi viajar em “minha própria companhia”.

Decidi por Nova York, pulando mais de uma dezena de lugares na minha lista de prioridades, pois NY vinha em décima quinta colocação!

Mas por ter morando na cidade uma amiga e outra morando em Maryland, não tão distante dali, eu teria, em último caso, alguém para me socorrer, já que além da minha própria língua não falo nenhuma outra.

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Passagens compradas, próximo passo: a procura de um bom hotel. Enquanto decido por uma hospedagem que caiba nas minhas necessidades de localização e no meu bolso e consulto os posts sobre Nova York do blog Turista Profissional, faço contato com as amigas.

Obviamente, a amiga nova-iorquina oferece-me hospedagem, mas como aceitar se sei que ela não está em férias como eu? Além do mais, tinha o grande desafio de fazer essa viagem sozinha. Como ficaria? Já tinha me acostumado com essa ideia; gostei do friozinho causado pelo medo de estar tão distante de casa e só.

Alguns dias de negociações depois, acordamos que eu passaria três dias hospedada no Brooklin, na casa dos amigos, e quatro dias em um hotel, em Manhattan.

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Até tomar o meu assento, no avião, não pensei em nada a não ser em curtir a viagem percorrendo alguns dos lugares selecionados pelo blog Turista Profissional e aprovadíssimos pela minha anfitriã. Não priorizei conhecer muitos lugares, mas sim ver um pouco do que a cidade poderia em oferecer e observar como vivem tantas pessoas de origens tão diferentes, falando tantas línguas e ocupando o mesmo espaço. Eu queria curtir a cidade, simplesmente.

Após a decolagem, um certo pavor tomou conta de mim. Pensei: E agora? Não tem mais volta! Queria mandar parar tudo e descer… mas segurei firme e jantei. Jantei e passei mal… mas fiquei feliz por ter conseguido explicar para a aeromoça – que não falava Português – que estava quase à morte e precisava de um chá.

A partir desse momento percebi que iria sobreviver…

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Encontrar a imigração foi fácil, todos iam para o mesmo lugar, era só seguir o fluxo. Minha vez. Passaporte, reserva do hotel, endereço da minha amiga, tudo à mão. “Expliquei” com gestos e poucas palavras, ditas num inglês para lá de sofrível, que ia ficar sete dias na cidade, parte em hotel e parte em casa de amigos. Perfeito! Nenhum problema! Passei por todas as outras etapas, com o passaporte na mão, sem ser abordada e, ao final do longo percurso, a minha mala, intacta, esperava-me no meio de tantas outras.

Não precisei passar sequer pela angústia, sempre presente em viagens, de pensar se a mala teria chegado ou não. Bingo! Elas estavam muito bem guardadas por dois funcionários do aeroporto. Mais uma etapa vencida!

Rumo ao ponto de táxi! Os amarelinhos, é claro, pois preveniram-me: só pegue os amarelinhos, são mais seguros! Então, mais uma vez, percebi que viajar sozinha, mesmo sem falar a língua nativa, é possível (Bom, pelo menos para alguns países…). Entrei no táxi, falei o nome do bairro e mostrei a caderneta com o endereço completo para o taxista, que, percebi, ficou inseguro, chamou o chefe que estava ocupado e não o atendeu, tentou o GPS que também não estava lá essas coisas e partiu. Pensei: “hummm, agora danou-se, ele não sabe o endereço, vai rodar muito e não vai me levar a lugar algum.” Nada disso, a uma certa altura, pediu-me a caderneta e falou uma frase da qual entendi apenas a palavra “phone”. Em seguida pegou o celular e, aliviada, consegui ouvir, do outro lado da linha, a voz da minha amiga que com certeza passava para ele as referências do seu endereço. Fui entregue, sã e salva, pouco tempo depois, em uma corrida que custou-me muito menos do que a simulada na internet, por meu filho, por ocasião dos preparativos da viagem.

A essa altura, sentia-me excitada. Foi fácil! Consegui!! Cheguei!!!

Um saboroso café da manhã, algum papo e, rua!, lá fomos nós para o primeiro tour pela cidade. Metrô, sobe e desce de um ônibus turístico em Manhattan, um excelente almoço e Estátua da Liberdade (claro!).

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Nos dias em que estive hospedada no Brooklin a rotina era sempre a mesma: metrô, caminhadas pela cidade, teatro, almoço, museu, metrô e jantar em casa com um ótimo papo e um licor de amêndoas dos deuses, o melhor que já tomei. Logo eu que não gosto de licor! Quase sempre acompanhada, não tive problema nesses três dias.

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Finalmente chegou o dia da “separação” e, confesso, tremi um pouco.

Chegando ao hotel, reserva e passaporte na mão, mas… como não poderia deixar de ser, não entendi nada do que o recepcionista falava e ele muito menos o que eu tentava dizer. Durou pouco esse momento, o Pablo foi chamado e, hablando español, resolveu o problema da comunicação (nos EUA, muitos dos problemas de comunicação para quem não sabe falar Inglês são resolvidos desta forma…).

Avisou-me que, mesmo chegando antes do horário marcado para o check-in, o meu quarto estava pronto e que poderia subir. Aliviada, instalei-me num quarto bastante simpático e, depois da primeira hora, já com tudo organizado, parti para um reconhecimento da região do hotel, bem próximo ao Central Park, e para comprar alguns petiscos para lanche, vinho e artigos de farmácia.

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Nesse primeiro dia almocei no restaurante do hotel. Importante dizer que, obviamente, tive alguma dificuldade de comunicação durante as minhas saídas mas, assim que percebia que não alcançaria o meu objetivo através de sons e gestos, mostrava o que eu queria na minha lista (fosse manuscrita, fosse no celular, usei os dois recursos) e, imediatamente, o problema era resolvido.

Por isso, julgo que ter endereços, listas de compras, de museus, de teatro e lojas, anotados, é fundamental não só para agilizar questões práticas da viagem como também para ajudar no caso de dificuldades de comunicação. Essas anotações salvaram-me em diferentes situações.

Não fui para fazer compras, mas tinha algumas poucas encomendas do filho e das sobrinhas. Dei conta de tudo e sozinha. Escolhi lugares para comer, sentei no Central Park para almoçar como muita gente faz, vi e fui vista por muitos, o que me impressionou, pois pensei que, ali, seria apenas uma a mais, sem rosto, um ser invisível até, como acontece em qualquer megacidade como NY. Mas, impressionantemente, as pessoas olham, riem e, em muitos casos, falam com você.

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Na primeira vez pensei: “Devo estar suja ou descabelada ou rasgada ou…”, mas acho mesmo é que naqueles dias todos sabiam o quanto era importante para mim que desse tudo certo. E deu.

É claro que poder conversar, dizer mais que três ou quatro palavras com alguém é muito importante, mas a experiência de viver esse desafio trouxe-me confiança e me fez dar mais um passo rumo à superação do meu pavor de entrar em avião.

Acho também que fui um desafio para muita gente por lá, pois o esforço que fizeram para atender às minhas necessidades de informação não foi menor que o meu para conseguir tais informações.

Bem, para uma viagem tão curta e de última hora, considerei um sucesso: assisti a um musical, fui ao MoMA, comprei comida natural e almocei no parque, comi comida de várias nacionalidades, pude ver as pessoas do lugar em sua rotina e até vi alguns jovens brasileiros – mas nem tantos -, em bandos, turistando por lá, como eu.

Voltei feliz e não me arrependi de ter ido a Nova York muito antes de Roma, da região da Toscana, de cidades e ilhas gregas, de Londres, de Tóquio… mas, em compensação, não antes de Buenos Aires, de Colônia do Sacramento, de Paris, de Frankfurt e outras pequenas cidades da Alemanha e de um País bem miudinho, mas muito charmoso chamado Luxemburgo.

Porém, nestas eu não fui sozinha e são histórias que ficam para outra hora…

Por Dirce Lima

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